(Foto/Divulgação)

UM Polícia Civil do Estado de Santa Catarina (PCSC) deflagrou uma ofensiva contra a falsificação de documentos médicos. Esta ação policial ocorreu na quarta-feira (29) com foco na região da Grande Florianópolis.

Os agentes de segurança desarticularam uma estrutura focada na comercialização de atestados e receitas ilegais. O bando também distribuiu diplomas falsos por meio de plataformas na internet.

Desta forma, um operação batizada de CID-F buscou frear o esquema fraudulento na área da saúde. Os policiais bloquearam o saldo em criptomoedas dos suspeitos para asfixiar as finanças da quadrilha, mas não informaram como foi o procedimento de bloqueio e nem qual o valor apreendido.

Polícia Civil asfixia contas de grupo criminoso em Santa Catarina

O Setor de Investigações e Capturas de Palhoça coordenou as apurações por cerca de quarenta dias. Os investigadores identificaram a atuação dos criminosos através de dois sites com catálogos variados de papéis ilegais.

Somado a isso, os fraudadores cobravam valores a partir de R$ 50,00 por cada arquivo falsificado. O estudo dos registros de finanças especifica três mil transações ligadas ao esquema ilícito.

As autoridades executarão estes mandatos de busca e apreensão para coletar materiais dos delitos. Os policiais também realizaram duas prisões preventivas em cidades catarinenses e no Rio Grande do Sul.

Apreensões incluem carimbos médicos e milhares de chips de telefone

O efetivo da corporação conta com a presença de trinta e cinco policiais para cumprir as ordens judiciais. As equipes apreenderam mais de trinta carimbos médicos adulterados nos endereços dos alvos da ação.

Agentes estatais confiscaram selos do Ministério da Educação (MEC) e vinte aparelhos celulares no poder da quadrilha. Motocicletas e cerca de mil chips de operadoras de telefonia também terminaram sob a Guarda do Estado.

O foco das investigações atingiu as contas vinculadas aos operadores financeiros do grupo delituoso. Os magistrados determinaram o congelamento dos criptoativos para evitar a fuga de capital sujo para o exterior.

Oito pessoas figuram como alvos principais do inquérito conduzido pela delegacia da comarca. Os infratores responderão pela prática de associação criminosa e pelo uso de documento falso.

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Fonteslivecoins

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