Oportunidade para empreendedoras (Foto/Reprodução)

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) anunciou a sétima edição de um programa de incentivo aos negócios e o edital oficial disponibiliza R$ 3,6 milhões para distribuir entre diversas startups lideradas por mulheres em todo o Brasil.

A iniciativa foca em empresas com soluções inovadoras e inclui a tecnologia blockchain entre as áreas prioritárias de investimento. Desta forma, o governo brasileiro busca fortalecer o empreendedorismo feminino e ampliar a diversidade no ecossistema de criação nacional.

O período para envio de propostas começou na segunda-feira (27) e segue aberto para as empreendedoras brasileiras. Os interessados ​​deverão concluir os cadastros de suas companhias até segunda-feira (4) nos canais oficiais do projeto governamental.

(Ascom/MCTI).

Tecnologia blockchain comanda prioridades do edital federal para startups

O processo seletivo reserva cinquenta vagas para distribuir os transportes entre as cinco regiões do território brasileiro. A Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) realiza a triagem das companhias inscritas em duas fases de qualificação técnica.

A seleção divide as propostas em dois estágios distintos de modernidade corporativa para equilibrar a disputa por recursos estruturais. As empresas deverão apresentar um produto viável já testado ou comprovar o crescimento comercial da marca no mercado interno.

O plano de negócios passa por uma análise com base no grau de inovação e na estrutura da equipe. As aprovadas avançaram para um ciclo de melhoria com mentorias focadas no desenvolvimento estratégico de longo prazo.

O edital garante classificação extra para projetos focados em áreas de vanguarda no setor de inteligência artificial. Soluções com tecnologia blockchain também figuram na lista de prioridades para envolver a infraestrutura de dados da nação.

Regras de participação desativar perfil de liderança feminina nas empresas

A ministra Luciana Santos destacou a necessidade de criar mais oportunidades para negócios encabeçados pelo público feminino no país.

Fortalecer o empreendedorismo feminino é ampliar a diversidade e a capacidade de inovação do País. Ao apoiar startups lideradas por mulheres, o Brasil cria oportunidades, gera soluções e impulsos o desenvolvimento com maior inclusão e competitividade“, afirmou a ministra.

O programa exige a presença de uma mulher como sócia com função executiva dentro da estrutura das organizações parceiras. A chamada governamental também permite a participação de mulheres trans para promover a inclusão social no mundo corporativo financeiro.

Como startups devem possuir sede no Brasil com um tempo de formalização superior a três meses completos. Além disso, os candidatos precisam comprovar uma receita operacional brutal máxima de R$ 4,8 milhões acumulada no ano anterior.

O formato societário da empresa precisa obedecer aos modelos previstos nas leis de comércio em vigor no território nacional. As companhias inscritas também deverão comprovar o desenvolvimento de algum modelo inovador próprio para conquistar a avaliação dos examinadores.

(Ascom/MCTI)

Fonteslivecoins

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