O Bitcoin está atualmente mostrando uma estrutura que muitas vezes precede uma forte volatilidade, com a liquidez crescendo acima dos níveis-chave enquanto o preço se consolida abaixo. Este tipo de configuração normalmente sinaliza que o mercado pode primeiro mover-se para caçar essas zonas de liquidez antes de estabelecer a sua próxima tendência direcional clara.
Bitcoin constrói cluster de liquidez em torno da zona de US$ 80 mil
O analista de criptografia Cryptorphic observou que o Bitcoin está mais uma vez construindo um denso cluster de liquidez em torno do nível de US$ 80.000. Esta área está a tornar-se cada vez mais importante, à medida que as posições alavancadas continuam a acumular-se acima da ação atual dos preços, criando uma zona-alvo potencial para o mercado.
Atualmente, o Bitcoin está sendo negociado abaixo desta bolsa de liquidez e movendo-se dentro de uma faixa relativamente comprimida, refletindo a indecisão do mercado, onde o preço se consolida antes de uma expansão maior. Historicamente, configurações semelhantes levaram frequentemente a varreduras de liquidez à medida que o mercado procura áreas de ordens não atendidas.
Essas zonas de liquidez tendem a agir como ímãs, atraindo o preço para elas à medida que os stop-loss e os pontos de liquidação se acumulam. Com tantos juros posicionados em torno de US$ 80.000, a liquidez positiva se torna um alvo natural se a dinâmica mudar, mesmo que ligeiramente, a favor dos compradores. A implicação mais ampla é que o Bitcoin pode primeiro tentar varrer esta zona de US$ 80.000 ou atingir esse nível de liquidez e reagir a partir dele antes que qualquer movimento direcional sustentado se torne claro.
Os Mercados Movem-se Em Duas Fases Claras
Segundo o analista Mags, o mercado passa por duas fases distintas. Sendo a primeira a fase de alta, Mags destaca que, embora a tendência primária seja de alta, nunca é uma linha reta até o topo. Em vez disso, a ação do preço é caracterizada por múltiplos retrocessos, muitas vezes variando de 20% a 30%, que ocorrem antes de o pico do ciclo ser atingido. Estas correcções são apresentadas não como ameaças, mas como uma parte normal e necessária da jornada de cada ciclo, acalmando o sentimento e alimentando a continuação.
A segunda fase identificada por Mags é a Bear Phase, que é desencadeada quando a estrutura subjacente do mercado finalmente se rompe. Esta mudança leva a uma correção muito mais profunda do que os retrocessos padrão vistos durante a subida. Nesse período, o mercado passa por um processo de busca por um fundo definitivo, abrindo caminho para o início da próxima tendência.
Em última análise, Mags argumenta que enquanto as fases transitam, a presença de volatilidade é aquela que nunca muda. A diferença entre o sucesso e o fracasso está na capacidade de reconhecer a sua posição atual dentro do ciclo. Como salienta Mags, a história tem recompensado consistentemente aqueles que conseguem ignorar o ruído das oscilações de curto prazo e concentrar-se no jogo de longo prazo, reconhecendo que cada fase é simplesmente uma parte do ritmo natural do mercado.
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