No ano passado, Jim O’Neill tornou-se uma das pessoas mais poderosas na saúde pública. Como vice-secretário de saúde dos EUA, ele ocupa dois cargos no topo das agências federais de saúde e ciência do país. Ele supervisiona um departamento com um orçamento de mais de um trilhão de dólares. E ele assinou o memorando de decisão sobre o novo calendário de vacinas profundamente controverso dos EUA.
Ele também é um entusiasta da longevidade. Em entrevista exclusiva com Revisão de tecnologia do MIT no início deste mês, O’Neill descreveu seus planos para aumentar a expectativa de saúde humana por meio de pesquisas focadas na longevidade, apoiadas pela ARPA-H, uma agência federal dedicada a avanços biomédicos. Outros entusiastas da longevidade disseram que esperam que ele traga atenção e financiamento para a sua causa.
Ao mesmo tempo, O’Neill defendeu a redução do número de vacinas infantis amplamente recomendadas, uma medida que tem sido amplamente criticada por especialistas em medicina e saúde pública. Leia a história completa.
—Jéssica Hamzelou
O mito do roubo de alta tecnologia
Fazer um filme é como realizar um assalto. Foi isso que Steven Soderbergh – diretor do Oceano‘s franquia, entre outros clássicos de assalto – dito há alguns anos. Você cria um ângulo criativo, reúne uma equipe de especialistas, descobre como vencer os desafios tecnológicos, ensaia, move-se com a precisão de um relógio suíço e – se fizer isso direito – redistribui alguma riqueza.
Mas, por outro lado, realizar um assalto não é muito parecido com o cinema. Câmeras de vigilância, alarmes controlados por computador, gás de nocaute e lasers quase nunca aparecem em crimes de grande porte. Na realidade, as contramedidas técnicas raramente são um problema e os dispositivos de alta tecnologia raramente são uma solução. Leia a história completa.
—Adam Rogers



