O token Aztec (AZTEC) disparou 82% no acumulado de 24 horas nesta sexta-feira (20), sendo negociado a US$ 0,035. O movimento ocorre após a listagem do ativo nas corretoras Upbit e Bithumb, duas das maiores plataformas do setor na Coreia do Sul. A inclusão permite que os investidores negociem uma criptomoeda diretamente no par com o won sul-coreano (KRW).
O mercado de criptomoedas sul-coreano é um dos mais relevantes do mundo em volume proporcional à população. Em diversos períodos de maior atividade, a Upbit figura entre as maiores exchanges globais em volume de negociação à vista, ao lado de plataformas como a Binance e a Coinbase.
A abertura de um par em KRW tende a ampliar o acesso de investidores locais, eliminando a necessidade de conversão prévia para stablecoins. Historicamente, novas listagens em exchanges sul-coreanas costumam provocar movimentos bruscos de preço, impulsionados por entrada especulativa de capital e baixa liquidez inicial.
Esse fenômeno já foi distribuído em outros ativos, como o token VIRTUAL, que registrou alta de dois dígitos apenas com o anúncio de listagem no país.
Na prática, o aumento arrependido da demanda pode gerar distorções temporárias de preço entre mercados. Os árbitros passam então a comprar o ativo em plataformas globais e vendem-lo nas exchanges sul-coreanas, contribuindo para a equalização das cotações. Em alguns casos, a diferença entre os preços locais e internacionais (conhecida como “kimchi premium”) se amplia de forma significativa antes de se normalizar.
AZTEC aposta na privacidade
O Aztec se apresenta como uma rede de segunda camada focada em privacidade construída sobre o Ethereum. A proposta é permitir que os usuários utilizem aplicações DeFi já consolidadas (como Uniswap, Aave e Yearn Finance) sem expor publicamente sua identidade, saldo ou estratégia de investimento.
Em vez de exigir que o usuário migre para uma blockchain alternativa dedicada à privacidade, o Aztec atua como uma camada adicional que oferece confidencialidade programável, preservando o acesso à liquidez e aos aplicativos já existentes no ecossistema.
Tecnicamente, o projeto se define como uma segunda camada totalmente descentralizada com “privacidade programável de ponta a ponta”, permitindo que cada carteira funcione como um contrato inteligente capaz de determinar quais informações permanecem privadas e quais podem ser tornadas públicas.
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Por meio de pontes de interoperabilidade com outras redes, o Aztec cria uma espécie de “túnel privado” para transações em diferentes redes de segunda camada, ocultando a identidade do usuário mesmo quando ele interage com protocolos extremamente utilizados.
A rede está atualmente em fase de testnet, mas planeja lançar sua mainnet com múltiplas integrações que ampliam o uso de recursos como transações financeiras, governança privada e verificações de conformidade sem exposição de dados sensíveis.
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Fonteportaldobitcoin



