Uma nova pesquisa da OKX revela que os americanos decidiram cada vez mais atrair em um parceiro o conhecimento em educação financeira e ativos digitais, com 21% afirmando que receber criptografia como presente no Dia dos Namorados seria um “estímulo”.
Os dados indicam que, atualmente, o domínio financeiro passou a ser uma vantagem evidente no cenário dos relacionamentos.
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O levantamento feito com 1 mil americanos aponta que 66% acreditam que o conhecimento sobre finanças pessoais torna alguém mais atraente. O índice é ainda maior entre as gerações mais jovens: 76% da Geração Z e 75% dos Millennials valorizam a educação financeira em seus parceiros.
Mulheres Millennials e homens da Geração Z aparecem entre os que mais priorizam o conhecimento financeiro, ambos com 77%. Os dados demonstram que, independentemente do gênero, para jovens que estão se relacionando, compreender o universo financeiro não é apenas uma questão de praticidade, mas também integra o apelo pessoal.
“Os resultados mostram que isso vai além das recentes mudanças econômicas. Por exemplo, entre a Geração Z, 76% voltaram-se para a educação financeira; esse grupo foi influenciado por mais de uma década de incertezas econômicas, incluindo pandemia, estudantes e dificuldade de acesso à casa própria. Para eles, a competência financeira é fundamental”, afirmou uma porta-voz da OKX à BeInCrypto.
Possuir criptografia é neutra, mas compreendê-la é atraente
Além da educação financeira tradicional, ter familiaridade com ativos digitais, como criptomoedas e carteiras digitais, também é bem visto. Mais da metade dos homens, entre 52% e 55%, e 49% das mulheres afirmaram que entender sobre ativos digitais aumenta a atratividade de um parceiro.
Esse cenário levanta um questionamento mais amplo: a educação financeira está se tornando mais valorizada por sinalizar estabilidade em tempos incertos ou porque os americanos estão realmente mais engajados com temas financeiros?
O porta-voz comentou que a busca pela estabilidade permanece, mas o conceito de “estável” está mudando para as novas gerações.
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“Não é mais apenas sobre ter um salário fixo. O foco está na adaptabilidade, em entender o funcionamento dos mercados, se sentir confortável com novas ferramentas financeiras e tomar decisões embasadas. O fato de 52% dos americanos acham atraente o conhecimento sobre ações digitais indica valorização de pessoas curiosas e inseridas às mudanças do dinheiro”, explicou o porta-voz.
Entre os Millennials, 66% apoiam essa visão, seguidos de perto por 65% da Geração Z. Já entre os Baby Boomers, apenas 37% demonstram essa opinião.
A posse de ativos digitais ainda é vista de maneira mais neutra. No total, 17% dos americanos afirmam que ter criptografia torna alguém mais atraente.
Esse número chega a 30% entre Millennials e 28% na Geração Z. Apesar disso, 64% dos entrevistados se dizem indiferentes.
O representante da bolsa destacou que as pessoas se diferenciam do conhecimento de posse. Ele acrescentou:
“É importante ressaltar que não houve sentimentos negativos em relação à posse. A maioria (64%) caiu sobre ter criptografia. Portanto, poucos penalizam quem possui; apenas não compartilha um diferencial, como acontece com o conhecimento.”
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Cripto seria um bom presente para o Dia dos Namorados?
Se o conhecimento financeiro aumenta o apelo nos relacionamentos, a próxima questão é se investimentos digitais se traduzem em romance. Para a maioria, a criptografia ainda não é garantia de sucesso como presente no Dia dos Namorados, embora os mais jovens demonstrem maior receptividade.
No geral, 21% dos americanos — incluindo 25% dos homens e 17% das mulheres — afirmaram que receberam criptografia na data seria um “estímulo”. Por outro lado, 35% preferem algo tradicional e 44% mantêm-se indiferentes.
Entre Millennials, esse percentual chega a 34%. A Geração Z aparece próxima, com 31%, sendo os homens da Geração Z os mais abertos ao cripto como presente, com 39%.
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“A concluir? Apresentar com criptografia ainda não é prática comum, mas está avançando entre nativos digitais”, escreveu a OKX.
Acesso, e não demanda, desacelera o uso de criptografia em transações de aplicativos de namoro
Apesar do interesse crescente, o uso eficaz de criptografia em transações durante encontros segue limitado. Apenas 5% afirmaram já ter pago um encontro com criptografia. Entre a Geração Z, o índice é de 13%, contra menos de 1% dos Boomers.
Outros 6% dos entrevistados disseram já ter contribuído com o envio de criptografia depois do pagamento tradicional da conta, percentual que sobe para 14% entre jovens da Geração Z.
Os obstáculos variam por faixa etária. Entre os entrevistados da Geração Z que nunca ganharam criptografia para pagar um encontro, 37% citaram a falta de acesso como motivo. Entre Boomers, a resistência é mais cultural do que logística, com 65% apontando desconforto em efetuar pagamentos desse tipo.
“Os dados mostram que se trata mais de acesso do que de demanda”, avaliou o porta-voz. “O que ainda está em desenvolvimento é a infraestrutura de pagamentos no ponto de venda, como a possibilidade de pagar por aproximação, igual ao uso do cartão ou celular.”
A OKX concluiu que, embora a criptografia ainda não seja uma vantagem universal no mundo dos relacionamentos, a educação financeira se destaca. À medida que as gerações mais jovens adotam tanto as habilidades tradicionais de gestão financeira quanto os ativos digitais emergentes, a mensagem para quem namora atualmente é clara: o conhecimento sobre administração de dinheiro, seja tradicional ou digital, parece causar mais impacto do que “exibir o que possui”.
Fontebeincrypto




