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Resumo da notícia

  • Stablecoin em reais mira liquidação regional na América do Sul

  • Ripio amplia parcerias com fintechs e corretoras no Brasil

  • Simplificação da experiência guia de expansão criptográfica em 2026

A Ripio quer transformar 2026 em um marco para a adoção de criptomoedas na América Latina ao avançar no desenvolvimento de stablecoins locais, ao contrário do boom de stablecoins em colateralizadas em dólares vistos no ano passado.

Sebastian Serrano, fundador da Ripio, afirmou nesta terça-feira, 27, que a companhia já trabalha em uma agenda de expansão que conecta o ecossistema criptográfico às grandes corretoras e fintechs do Brasil, para lançar uma stablecoin lastreada em reais. Atualmente a empresa já lançou stablecoins em moedas regionais na Argentina, Colômbia, Chile, México e Peru.

Segundo ele, o objetivo é criar uma infraestrutura que funcione como ponte entre o mercado financeiro tradicional e os serviços baseados em blockchain.

“Em 2026, nosso foco principal ampliará de forma significativa o número de integrações com assistentes, redes e parceiros tecnológicos. Queremos transformar essas conexões em produtos mais profundos, com mais funcionalidades e maior valor para o usuário final”, disse.

De acordo com Serrano, a Ripio quer posicionar a stablecoin em reais como uma camada de liquidação regional, capaz de facilitar transferências, pagamentos e operações entre países da América do Sul. A proposta busca reduzir custos cambiais, acelerar transações e oferecer uma alternativa digital homologada à realidade dos usuários brasileiros.

Serrano destaca que a empresa já mantém conversas com grandes corretoras de ações e fintechs de porte nacional. Ele afirma que essas parcerias devem permitir que o usuário acesse serviços comerciais e criptográficos a partir de uma mesma plataforma. A Ripio pretende atuar como uma corretora regional, conectando Brasil, Argentina e Uruguai por meio de integrações diretas com o sistema financeiro local.

Expansão das stablecoins

A estratégia também inclui o aumento do número de integrações tecnológicas. Hoje, a empresa opera com cerca de seis conexões principais. A prioridade, porém, não está apenas em ampliar esse volume. A Ripio quer aprofundar cada integração, oferecendo mais funcionalidades e maior valor prático para usuários e parceiros institucionais.

A empresa afirma que a simplificação da experiência criptográfica será o eixo de sua expansão em 2026. Serrano diz que a Ripio trabalha para reduzir a complexidade técnica dos protocolos e aproximar o uso de ativos digitais da experiência que as pessoas já conhecem em aplicações bancárias e serviços financeiros tradicionais.

A companhia acredita que esse movimento é essencial para tornar a criptografia mais acessível. A proposta envolve permitir que o usuário realize operações como conversão de moedas, transações entre redes e uso de ativos regionais diretamente em interfaces familiares, como navegadores ou plataformas financeiras integradas.

Além disso, a Ripio planeja investir em iniciativas educacionais e em soluções com foco institucional. A empresa vê uma demanda crescente de parceiros que buscam infraestrutura para operações cross-chain e liquidação em moedas locais. Esse interesse reforça a aposta em ações regionais como parte da estratégia de expansão.

Além disso, a empresa está investindo em diversas empresas do mercado criptográfico, entre elas empresas de energia nuclear.

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Fontecointelegraph

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