“Através de um trabalho científico cuidadoso, a nossa equipa conseguiu descodificar as emissões acústicas”, diz Martin Z. Bazant, professor de engenharia química e matemática. Eles conseguiram classificá-los como provenientes de bolhas de gás geradas por reações colaterais ou de fraturas causadas por expansão e contração do material ativo, dois mecanismos primários de degradação e falha.
A equipe combinou testes eletroquímicos de baterias em funcionamento com gravações de suas emissões acústicas, usando processamento de sinal para correlacionar características sonoras com tensão e corrente. Então eles desmontaram as baterias e as estudaram sob um microscópio eletrônico para detectar fraturas.
Com pesquisadores do Laboratório Nacional de Oak Ridge, a equipe também mostrou que as emissões acústicas podem alertar sobre a geração de gás antes da fuga térmica, o que pode levar a incêndios. Como diz Bazant, é “como ver as primeiras pequenas bolhas em uma panela de água aquecida, muito antes de ferver”.




