ETF Dogecoin Memecoin

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O Dogecoin (DOGE) estendeu sua recuperação no início de 2026, impulsionado pelo aumento da atividade em ETFs alavancados e pela retomada da demanda no mercado de memecoins. Nos últimos quatro dias, o ativo subiu quase 30% e agora consolida ganhos próximos de US$ 0,151, segundo dados do TradingView. O movimento ocorre em um momento de maior apetite por risco em altcoins, com investidores ativos em busca de beta elevado.

O que está por trás da consolidação do Dogecoin?

Em termos simples, o DOGE encontrou compradores consistentes após formar um fundo em US$ 0,132 e romper resistências em US$ 0,145 e US$ 0,150. Esse padrão de rompimento seguido das declarações acima do suporte costuma indicar força de tendência, e não reversão imediata. Para investidores brasileiros, isso sugere que o mercado ainda testa até onde vai o fôlego da alta.

O RSI no gráfico diário permanece acima de 55 pontos, sinalizando momentum positivo, enquanto o MACD segue em território positivo, embora com perda gradual de orientação. As médias móveis de 9 e 21 períodos estão abaixo do preço, reforçando suporte dinâmico na região de US$ 0,145.

ETFs e baleias reforçam demanda por DOGE

Uma das negociações centrais vem do mercado de derivativos e produtos estruturados. As posições em aberto de futuros de Dogecoin caíram recentemente 13,47 bilhões de contratos antes de recuperar de forma controlada, reduzindo redução saudável de alavancagem, e não fuga de capital. Além disso, um ETF 2x alavancado de DOGE figura entre os de melhor desempenho do primeiro trimestre de 2026.

Esses produtos alteram as configurações de posição para manter a alavancagem, criando pressão compradora adicional em movimentos de alta. Segundo reportagem da Reuters, o lançamento do Grayscale Dogecoin Trust em 2025 já havia sinalizado interesse institucional crescente em memecoins.

Paralelamente, dados on-chain mostram baleias acumulando centenas de milhões de DOGE em curtos períodos, diminuindo a oferta circulante disponível. Esse comportamento pode gerar um “aberto de oferta” se a demanda continuar, especialmente em exchanges usadas por investidores brasileiros.

Memecoins voltam ao radar — mas com riscos

O rali do DOGE acompanha uma recuperação mais ampla do mercado de memecoins, cuja capitalização já se aproxima de US$ 48 bilhões, alta superior a 30% em poucas semanas. Historicamente, períodos de baixa dominância precedem ciclos fortes, e o Dogecoin costuma liderar esses movimentos.

No entanto, o cenário não é isento de riscos. Osciladores de curto prazo flertam com sobrecompra, e uma perda clara do suporte em US$ 0,142 pode levar o preço de volta a US$ 0,135. Para cima, a resistência imediata está entre US$ 0,154 e US$ 0,155; um rompimento abriria caminho para US$ 0,162–0,166, com extensão possível até US$ 0,175.

Para o investidor brasileiro, o avanço dos ETFs de altcoins amplia a liquidez e a visibilidade, mas também aumenta a volatilidade. A transferência atual do DOGE sugere equilíbrio temporário entre compradores e vendedores, tornando a gestão de risco tão importante quanto a leitura de tendência nos próximos dias.

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