UM Caixa Econômica Federal (CEF) vai pagar um total de R$ 1.365.600,00 para a empresa de Brasília GoLedger, que se comprometeu a entregar um laboratório de blockchain até abril de 2026.
Assinado em abril de 2025, mas publicado apenas no dia 8 de janeiro de 2026, o projeto se encontra na reta final. Chama atenção que o projeto prevê até integração com uma possível CBDC emitida pelo Banco Central do Brasil, ou seja, o Drex.
“Para manter a compatibilidade com o CBDC e projetos internos, a versão do Hyperledger Besu utilizada na rede será 23.10.1. A linguagem GoLang pode ser utilizada para interação com o Smart Contracts. Os Smart Contracts serão desenvolvidos na linguagem Solidity e deverão ser compatíveis com EVM (Ethereum Virtual Machine)“, diz trecho consultado no contrato pela reportagem.
🟠Receba consultoria em Bitcoin com os maiores especialistas do mercado.
A CEF deixou claro que a parceria buscava alguns pontos relevantes para o cenário de inovação tecnológica do banco. Isso porque, o objetivo era a redução de custos, segurança aprimorada, otimização de processos, maior transparência, melhoria no índice de sustentabilidade.
Prestação de serviços técnicos com blockchain, diz contrato da Caixa Econômica
Ficou a carga da empresa contratada comprar licenças para treinamento de funcionários em softwares e contratar mão de obra executada. Além disso, devem promover todo o serviço nos horários definidos pela caixa.
“O presente contrato tem por objeto a prestação de serviços técnicos profissionais especializados em laboratório de inovação em blockchaincom treinamento levantamento de oportunidades e desenvolvimento de MVP com foco no estabelecimento de conexões e parcerias, e fomento à experimentação e desenvolvimento de soluções inovadoras para governo, junto à ecossistema de inovação nacional“, diz o início do contrato de obtenção pela reportagem.
Ainda não está claro quais os produtos desenvolvidos ou em produção com a parceria, mas tudo indica que a blockchain ganhou atenção dos bancos brasileiros.
O contrato ficou oculto por nove meses antes de se tornar público
Divulgado apenas em janeiro de 2026, o contrato entrou em vigor no mês de abril de 2025, quando ambas as partes renovaram a parceria.
Na prática, o contrato veio a público com um atraso de nove meses, ficando oculto do conhecimento público. Ou seja, a sociedade só tomará conhecimento oficial deste contrato específico através deste portal nesta data de janeiro de 2026, quando o contrato já se aproximar do final.
De qualquer forma, chama atenção que o maior banco público nacional está em desenvolvimento com a tecnologia blockchain.
Fonteslivecoins




