As casas de apostas esportivas do Brasil, conhecidas como apostas, se uniram contra dois inimigos em comum: o Kalshi e o Polymarket, os dois maiores mercados de previsão do mundo.
Reportagem da Folha de S. Paulo informa que as apostas fizeram um pedido oficial no dia 27 de fevereiro para que a Secretaria de Prêmios e Apostas, que faz parte do Ministério da Fazenda, impeça a operação da Kalshi e Polymarket no Brasil. O ministério confirma que fez três reuniões com o setor de apostas, mas afirma que não recebeu um pedido de bloqueio dos mercados preditivos.
A aposta é que essas empresas operam sem autorização e por isso deveriam ser consideradas operações ilegais e ter acesso bloqueado no país. As casas de apostas no Brasil pagam R$ 30 milhões para ter uma licença, além de impostos, e têm a obrigação de alertar para riscos nas propagandas.
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Por enquanto, sem posicionamento do Ministério da Fazenda e da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), não há uma regulamentação do nicho dos mercados preditivos.
Kalshi e Polymarket usam sistemas de pagamento como criptomoedas e cartões de crédito internacionais, que fazem com que as transações sejam financeiras processadas fora do Brasil.
Em entrevista ao jornal, o presidente do Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR), André Gelfi, afirma que essas plataformas como Kalshi e Polymarket podem se tornar “mais uma faceta do mercado ilegal” quando brasileiros utilizam sites hospedados fora do país, sem submissão às regras locais. Gelfi confirmou que se reuniu com a secretária de Prêmios e Apostas, Daniele Correa Cardoso.
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Fonteportaldobitcoin



