O Ibovespa voltou a ganhar força nesta terça-feira (27) e renovou máximas históricas. O índice principal da B3 avançou 2,29%, para 182.816,64 pontos, retomando o rali que havia sido interrompido na véspera após quatro sessões consecutivas de registros.
O movimento ganhou atração após a divulgação do IPCA-15 de janeiro. O indicador subiu 0,20%, abaixo das expectativas do mercado. O dado reforçou a leitura da inflação sob controle na margem e estimulou o apetite por risco.
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O avanço no Ibovespa foi divulgado. Dos 84 papéis que compõem o índice, 79 operaram em alta, foram três resultados e apenas dois registraram queda.
O setor financeiro reduziu o rali. As ações preferenciais do Itaú (ITUB4), que têm peso próximo de 9% na composição do Ibovespa, avançaram 3,28%. As unidades do Santander (SANB11) subiam 3,10%. Bradesco (BBDC4) ganha 2,93% e Banco do Brasil (BBAS3) avança 2,30%. As unidades do BTG Pactual (BPAC11) tinham alta de 1,34%.
Tensões nos EUA impulsionam fluxo para emergentes
No exterior, o noticiário contribuiu para a busca de risco em mercados emergentes. Nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump prometeu pronunciamento sobre a economia e o custo de vida. Ao mesmo tempo, voltou a pressão bancária para eventual teto nos juros do cartão de crédito e sinalizou intervenções no mercado imobiliário.
Cresce também se preocupa com a possibilidade de um novo desligamento, pouco depois de o país enfrentar o mais longo anúncio da máquina pública de sua história.
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No fim da semana, Trump elevou as taxas comerciais ao ameaçar tarifas de 100% sobre produtos canadenses caso o país avance em acordo comercial com a China. As declarações aumentaram a cautela dos investidores globais e reforçaram o fluxo para ativos fora dos EUA.
Yduqs lidera altas; Eneva e Totvs recuperam
Entre as maiores altas do dia, o Yduqs disparou 7,75% após o Itaú BBA elevar a recomendação da companhia de neutra para compra. Para o banco, o setor de educação segue bem posicionado para se beneficiar do ciclo de queda dos juros.
As ações do Assaí avançaram 5,95%, em meio ao resgate de juros futuros, que favorecem papéis ligados ao consumo e ao varejo.
Na ponta oposta, Eneva recuava 1,22% e Totvs caía 1,52%.
Fontebeincrypto



