—Cai Wei Chen

Se eu fosse localizar o momento em que a IA irrompeu na consciência popular, escolheria o vídeo de coelhos saltando em um trampolim que se tornou viral no verão passado. Para muitos usuários experientes da Internet, inclusive eu, foi a primeira vez que fomos enganados por um vídeo de IA e acabou gerando uma onda de clipes gerados quase idênticos.

Minha primeira reação foi que, em termos gerais, tudo isso era uma droga. Esse se tornou um refrão familiar, em artigos de reflexão e em jantares. Tudo online está desleixado agora – a internet “enganada”, com a IA assumindo grande parte da culpa. Inicialmente, concordei amplamente. Mas então os amigos começaram a compartilhar clipes de IA em bate-papos em grupo que eram extremamente estranhos ou engraçados. Alguns até tinham um grão de brilho.

Tive que admitir que não entendia completamente o que estava rejeitando — o que achava tão questionável. Para tentar entender como me sentia (e por quê), conversei com as pessoas que fizeram os vídeos, uma empresa que cria ferramentas personalizadas para criadores e especialistas que estudam como as novas mídias se tornam cultura. O que descobri me convenceu de que talvez a IA generativa não acabe estragando tudo, afinal. Leia a história completa.

Uma nova startup CRISPR aposta que os reguladores facilitarão a edição de genes

Aqui em Revisão de tecnologia do MIT temos escrito sobre a tecnologia de edição genética CRISPR desde 2013, chamando-a de o maior avanço biotecnológico do século. No entanto, até agora, apenas um medicamento de edição genética foi aprovado e foi utilizado comercialmente em apenas cerca de 40 pacientes, todos com doença falciforme.

Está ficando claro que o impacto do CRISPR não é tão grande quanto esperávamos. Na verdade, há um manto de desânimo em todo o campo – com alguns jornalistas a dizer que a revolução da edição genética “perdeu o seu encanto”.

Então, o que será necessário para que o CRISPR ajude mais pessoas? Uma nova startup diz que a resposta poderia ser uma “abordagem abrangente” para testar e comercializar tratamentos, o que poderia evitar novos testes ou aprovações dispendiosas para cada nova versão. Leia a história completa.

—Antonio Regalado

As novas diretrizes dietéticas da América ignoram décadas de pesquisa científica

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