O mercado está apontando que o Bitcoin tem tentativas para começar uma recuperação mais forte neste segundo trimestre. Este cenário seria uma continuação de um movimento que começou com timidez em março, quando o BTC fechou com alta de 1,8% e interrompeu uma série de cinco meses seguidos no negativo.
Um dos pontos que podem fazer o Bitcoin subir está ligado ao mercado financeiro global como um todo: a expectativa de que a guerra no Oriente Médio Acabe nas próximas semanascom o resultado sendo um petróleo mais barato e uma inflação menor em todos os países.
1) Fim da guerra entre EUA e Irã
O presidente dos EUA, Donald Trump, disse à imprensa que espera que a guerra termine daqui a duas ou três semanas e que isto não dependa de um acordo com o Irão. O chefe da Casa Branca fará um anúncio sobre o tema na noite desta quarta-feira (1º).
Para o Bitcoin, o fim da guerra pode significar uma volta de uma liquidez relevante. Isso porque a inflação alta faz com que os bancos centrais mantenham juros altos, o que faz o retorno dos Títulos do Tesouro dos países serem mais ambiciosos que investimentos como ações e criptomoedas.
A tese parece estar sendo comprovada na prática. No momento da redação, o Bitcoin registrou alta de 2,8% nas últimas 24 horas. As bolsas asiáticas tiveram hoje o seu melhor dia em meses e o índice S&P 500 teve forte salto.
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2) ETFs em alta
Além da geopolítica, outros fatores também podem ser extremos para uma recuperação do Bitcoin. Um dos pontos é que o Morgan Stanley entrou com um pedido junto aos reguladores para lançar um ETF de Bitcoin. O banco possui 16 mil consultores financeiros que fazem a gestão de US$ 6,2 trilhões, um montante que até agora não tinha a possibilidade de ser investido em Bitcoin.
Os ETFs de Bitcoin nos EUA foram vendidos em janeiro de 2024 e foram, junto com a eleição de Donald Trump, os propulsores que levaram o ativo para a marca de US$ 100 mil no final daquele ano.
Agora, este mercado volta a se aquecer: março foi o mês no qual os ETFs retornaram a ter entradas, após quatro meses de saídas. Foi US$ 1,32 bilhão (R$ 6,8 bilhões) de superávit em março, contra saídas de US$ 3,5 bilhões em novembro, US$ 1,1 bilhão em dezembro, US$ 1,6 bilhão em janeiro e US$ 206 milhões em fevereiro.
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3) Dados positivos on-chain
Além desses fatores envolvendo os fundos criptográficos, os analistas David Brickell e Chris Mills, da firma London Crypto Club, divulgaram nota lembrando que os dados on-chain indicam que está chegando o momento de reversão.
“A realização de lucros caiu 96% desde o ano passado — um sinal clássico de que o ‘exaustão dos vendedores’ que estava esperando finalmente chegou”disseram.
Na visão dos analistas, mesmo o passado recente mostra que o Bitcoin é resiliente e com força. “O Bitcoin superou praticamente todos os ativos macroeconômicos, com exceção do petróleo, desde o início da guerra”, apontaram.
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Fonteportaldobitcoin


